Membro fantasma

16-julho-2009

Ressonância Magnética confirma existência de braço fantasma.

Especialistas do Hospital Universitário de Genebra conseguiram comprovar a existência de membro fantasma em paciente que perdeu os movimentos do braço esquerdo, devido a um derrame cerebral.

Apesar de ter perdido o controle do braço físico, a paciente passou a perceber um terceiro braço, que aparece-lhe com forma translúcida, segue os seus comendados e consegue sentir as suas ações.

Esta é a primeira vez que cientísticas conseguem visualizar o fenômeno no cérebro, através da ressonância magnética.

Perispírito

Para um espírita, é fácil concluir que o braço percebido pela paciente suíça nada mais é que seu próprio perispírito, que continua respondendo aos seus comandos.

O perispírito é uma camada de matéria sutil que envolve o espírito, e que serve para que este possa interagir com a matéria do corpo.

O derrame é um evento que ocorre no corpo material. Como o cérebro está danificado, parte deste corpo perde as suas funções. Contudo, a vontade – que nasce do espírito – de movimentar o braço, apesar de não encontrar reflexo no corpo físico, fará com que o braço do seu perispírito continue ativo e gerando sensações.

Referência

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Baixa atividade em região cerebral estimula espiritualidade, ou a espiritualidade otimiza o funcionamento de regiões do cérebro?

13-janeiro-2009

A dúvida apresentada no título desta postagem veio-me ao ler a notícia “Baixa atividade em região cerebral estimula espiritualidade, diz estudo“, que relaciona o sentimento de abnegação presente em pessoas espiritualizadas como uma conseqüência de uma baixa atividade em uma determinada região do cérebro humano.

A experiência espiritual das pessoas pode ser explicada pela falta de atividade em uma das regiões do cérebro responsáveis pela afirmação da identidade individual.

(…)

O estudo sugere que são justamente as pessoas que têm essa região menos ativa, com menos “definidores próprios”, as mais suscetíveis a levar vidas espiritualizadas (Folha online, 2008).

E se for o contrário? Neste caso, os sentimentos de abnegação e de espiritualidade não poderiam otimizar e reogarnizar o funcionamento do cérebro, diminuindo a atividade de determinadas áreas que não são mais necessárias? O estudo parece não ter levado isto em consideração.